Eu tenho uma bomba, mas não sou perigoso

Eu tenho uma bomba, mas não sou perigoso


Eu tenho uma bomba, mas não sou perigoso
 
É a bomba que lhe assusta ou o fato de eu ter diabetes?
Não importa, afinal, todas possuem suas diferenças, no vestir no falar e no agir.
Carrego permanentemente um dispositivo que já pelo seu nome, alimenta uma preocupação e muitas dúvidas. Para mim causa alívio e certeza.
Porém, basta ostentar o mesmo pendurado em minha calça, para causar olhares desconfiados sobre o que se trata.
Não é um celular, um pager ou tocador de MP3, é a minha vida!
Esqueçam as terminologias técnicas, ele é meu pâncreas em forma de plástico, botões e tela colorida.
Se eu dependo da bomba pra viver? Sim, dependo, mas não sou escravo deste aparelho, afinal, para funcionar bem depende de mim. Logo, ele só me ajuda quando tenho a programação certa nele.
Bem, prazer sou a bomba de insulina e seu único poder de destruição é o de eliminar açúcar em meu sangue.
Na próxima vez não se assuste com a minha bomba, se surpreenda do que é a tecnologia é capaz de proporcionar na vida das pessoas.

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